quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009

Lar da Póvoa pronto em quinze meses

Póvoa de Rio de Moinhos vai ter o seu lar concluído em meados de 2011. A garantia foi deixada pelo presidente da Câmara, na cerimónia de lançamento da primeira pedra da instituição.


Por: Cristina Mota Saraiva

23 de Dezembro de 2009 às 14:29h
A freguesia de Póvoa de Rio de Moinhos vai ter o seu Lar de Terceira Idade concluído dentro de 15 meses.

O dia 20 de Dezembro fica na história da localidade, como o dia do lançamento da primeira pedra do empreendimento, que contou com a presença do Bispo da Diocese e do presidente da Câmara de Castelo Branco.

Uma obra orçada em 750 mil euros e que dá resposta a uma estratégia estabelecida pela Câmara em criar estruturas sociais espalhadas pelo concelho. Os exemplos aí estão com as obras para as novas estruturas da APPACDM e para a Associação da Criança. Será criado, também, um Lar em Tinalhas.

Obra feitas em conjunto com outras instituições, nomeadamente a Segurança Social e as fábricas da Igreja, embora seja a autarquia a liderar os processos.

Mas, no caso do Lar da Terceira Idade de Póvoa de Rio de Moinhos a história vem de mais longe e é possível construir agora o Lar, graças ao Padre António Campos, como destacou a presidente da Junta, Lucinda Martins.

Em 1943 o padre fez um testamento com instruções precisas para que, quando morresse, fosse instalado um Asilo na sua casa.

“O Asilo Padre Campos como foi chamado iniciou as suas funções no ano de 1944 e manteve-se em funcionamento até ao ano de 1978. Este Asilo, à época, era sustentado economicamente pelo rendimento da quinta anexa à residência, também ela doada ao povo desta terra”, conta a autarca.

O asilo tornou-se uma mais-valia para a freguesia, uma vez que alargou as respostas sociais.

Só que no início dos anos 70, a instituição já não era sustentável, revela, ainda Lucinda Martins, e é por essa altura que aparece o Centro de Dia Social e Paroquial Padre Campos, com a preciosa intervenção de António Jorge.

Foi inaugurado em 1982 “e que tem desempenhado as respostas sociais para as quais foi criado, centro de dia, sob a direcção dos párocos desta freguesia”, adianta a presidente da Junta. Só que eram fundamentais respostas mais abrangentes, sobretudo um Centro de Noite. Isto porque, na localidade, há 211 pessoas, com mais de 65 anos, e dezoito delas estão em lares próximos, ou mesmo fora do concelho.

“Assim, e após várias diligências ao longo destes últimos quatro anos, foi finalmente possível criar a actual Associação, Centro Social dos Beneméritos de Póvoa de Rio de Moinhos. E só é possível estarmos aqui hoje a lançar esta 1.ª pedra graças à boa vontade e ajuda do Sr. Bispo da Diocese, D. Antonino, a quem este povo será eternamente grato por toda a sua generosidade”, frisa Lucinda Martins.

A presidente realçou, igualmente, a ajuda e empenho do presidente da Câmara, Joaquim Morão que, por seu lado, destacou que esta obra é feita com qualidade e já a pensar no futuro. Agora, para o autarca é necessário que “depois de construído o ponham a funcionar”, disse.

E acrescentou que a cerimónia marcava um grande passo “porque estamos a lançar a pedra do futuro para resolver os problemas”.

O Lar vai contar com 14 quartos, sete duplos e sete individuais, e 21 camas. No entanto, cinco dos individuais estão preparados para se transformarem em duplos, caso seja necessário.

Este foi um dia de grande festa para a freguesia. E depois do lançamento da primeira pedra do Lar, decorreu a Festa de Natal, que a Junta oferece à população. Um final de tarde animado e onde foram entregues presentes a 69 crianças.

quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009

Infantário recebe mil euros de livros

Póvoa de Rio de Moinhos vence “Pilhas de Livros” do Modelo

O jardim-de-infância de Póvoa de Rio de Moinhos foi um dos estabelecimentos premiado no âmbito da campanha “Pilhas de Livros”, um prémio que recebeu quinta-feira, dia 10 de Dezembro, no Modelo de Castelo Branco.

A educadora, que se fez acompanhar de duas crianças do infantário, reconheceu que esta “é uma excelente prenda de Natal, para reforçar a biblioteca escolar”.

Já Nuno Chaves, responsável do Modelo de Castelo Branco, reitera a importância desta iniciativa e a responsabilidade social da empresa que lhe está associada.

Foram mil euros em livros, todos do Plano Nacional de Leitura, que foram entregues a esta escola.

O Modelo, recorde-se, está a entregar um total de 120 mil euros em livros recomendados pelo Plano Nacional de Leitura do Ministério da Educação, num total de mais de 12.500 livros às escolas vencedoras do projecto Pilhas de Livros a nível nacional.

Este ano, a iniciativa contou com a participação de mais de cerca de 256 mil crianças, do pré-escolar ao 3º ciclo, que foram responsáveis pela recolha de três milhões de pilhas.

O objectivo do Projecto Pilhas de Livros é o de fomentar os hábitos de leitura dos mais novos, num programa associado à sensibilização de todos para a necessidade de reciclar as pilhas usadas.

“Ao mesmo tempo que enriquece as bibliotecas escolares, o Modelo está também a ajudar a que tenhamos um ambiente melhor”, conclui.


Fonte:http://www.reconquista.pt/noticia.asp?idEdicao=210&id=17949&idSeccao=2234&Action=noticia

quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Uma família da Póvoa de Rio de Moinhos em Santos (Brasil)

Deixar a Póvoa diminuiu nosso tempo de vida

Meus bisavós José dos Santos Silva e Maria Rita, naturais da Póvoa de Rio de Moinhos, imigraram para o Brasil e desembarcaram na cidade portuária de Santos, no Estado de São Paulo, em 07.10.1912. José foi trabalhador portuário na Cia. Docas de Santos, enquanto Maria Rita ocupava-se dos serviços domésticos de seu lar. Consigo trouxeram Abrahão, também natural da Póvoa de Rio de Moinhos, nascido em 08.12.1911. Abrahão era o meu avô paterno.

José, Maria Rita e Abrahão não vieram sós. Vieram com eles alguns primos e alguns anos mais tarde vieram José Martins e Maria Joaquina (irmã da Maria Rita). José Martins era primo em primeiro grau de Maria Joaquina, mas acabaram por se casar em Santos. José Martins, como seu primo José dos Santos Silva, foi trabalhador portuário.

Meus bisavós tiveram mais quatro filhos aqui no Brasil: Maria Rosa, Ermínia, Felícia e Ernesto. Com exceção de Ernesto, os outros nomes são típicos da Póvoa. Ernesto parece-me já uma influência bem paulista.

Meu avô Abrahão participou da Guerra Paulista de 1932 como soldado voluntário e mais tarde tornou-se também um trabalhador portuário.

Os membros da primeira geração de minha família da Póvoa trabalharam duro no cais do porto. A segunda geração foi mais bem preparada e a maioria ocupou-se de serviços administrativos. Meu pai era técnico em contabilidade. Os descendentes da terceira e quarta gerações estudaram ainda mais. Hoje há professores, advogados, engenheiros e cientistas.

Abrahão, como todo mundo, tem 16 trisavós: nove são naturais da Póvoa, três de Alcains, dois de Escalos de Baixo, um de Castelo Branco e um da Lardosa. Conheço cerca de 1360 antepassados de meu avô Abrahão, ao longo de 17 gerações. Entre os que nasceram no Concelho de Castelo Branco, a maioria nasceu na Póvoa: 36,4 por cento.

Pelo lado de seu pai, Abrahão descende dos Costas Riscados e dos Goulões de Alcains. Também descende dos Francos, dos Folgados e dos Benesperas, entre outras famílias da Póvoa. Pelo lado de sua mãe, descende dos Pratas e dos Saraivas, da Póvoa.

A Póvoa de Rio de Moinhos é uma aldeia. Basta que uma família tenha vivido na Póvoa por algumas gerações e ela terá profundas ligações familiares com todas as outras famílias. Isto significa que temos dezenas de antepassados em comum. Com exceções, é claro, todos lá são parentes.

Finalizo com uma curiosidade. Meu bisavô José dos Santos Silva deixou na Póvoa de Rio de Moinhos uma irmã: Maria Augusta Folgado. Meu bisavô teve cinco filhos enquanto que Maria Augusta Folgado teve oito. O tempo médio de vida dos filhos de José aqui no Brasil foi algo em torno de 70 anos ao passo que o tempo médio de vida dos filhos da Maria Augusta é de 90 ou mais anos. Não há aqui no Brasil nenhum filho de José ainda vivo. A maioria dos filhos da Maria Augusta ainda vive. Meu avô Abrahão nasceu em 1911. Sua prima em primeiro grau, Dona Isabel Folgado, nascida em 1912 está viva e muito bem, graças a Deus. Creio que deixar a Póvoa diminuiu nosso tempo de vida!

Lourval dos Santos Silva

Fonte:http://www.reconquista.pt/noticia.asp?idEdicao=206&id=17408&idSeccao=2181&Action=noticia

sábado, 22 de Agosto de 2009

Summer Fest


Artur Patuleia - 910309762
João Lourenço - 963356751

Fonte: digualgação pedida por JS - Federação Distrital de Castelo Branco.

sábado, 8 de Agosto de 2009

Faleceu o Padre Chaves

Na passada sexta-feira faleceu no Hospital de Portalegre p sr. Padre António Rodrigues Chaves, com 80 anos de idade, feitos a 11 de Abril.
Era natural de Alcaravela, fora ordenado a 27 de Junho de 1954, e tinha residência em Flor da Rosa (Crato) onde era pároco. Nesta zona servira as paróquias de Flor da Rosa, Aldeia da Mata, Chancelaria, Crato-Mártires; em tempos idos foi pároco de Sobral do Campo, Ninho de Açor, Póvoa de Rio Moinhos e Cafede na zona de Castelo Branco, e de Carreiras e Ribeira de Nisa na zona de Portalegre.
O funeral realizou-se no dia seguinte para a sua terra natal, sob a presidência do Bispo da Diocese.
Paz à sua alma.


Fonte: http://www.reconquista.pt/noticia.asp?idEdicao=191&id=15575&idSeccao=1987&Action=noticia

domingo, 19 de Julho de 2009

Prestígio reconhecido no regresso à família do futebol

Manuel Barata recebeu o galardão mais importante da Gala do Futebol, que premiou atletas, técnicos e dirigentes.
Manuel Barata voltou à família do futebol para receber o Troféu Prestígio da primeira Gala de Futebol do Distrito de Castelo Branco. O empresário natural de Castelo Branco foi galardoado no último sábado com o troféu mais significativo da festa organizada pela Associação de Futebol de Castelo Branco (AFCB) “por toda uma carreira, toda uma vida, de dedicação ao futebol do distrito com particular incidência no seio do organismo máximo do distrito”, referiu o presidente da associação, Carlos Almeida, na apresentação do prémio.
O vencedor deste troféu é escolhido pela direcção da AFCB, depois das sugestões feitas por um júri. A distinção surpreendeu-o por estar “há tantos anos afastado desta família do futebol”, referiu o homenageado na hora de receber o prémio.
“Eu sinto que fiz alguma coisa e por vezes com muito sacrifício, com muitas dificuldades, porque não era fácil naquele tempo” referiu já no final da cerimónia, em declarações ao Reconquista. O empresário nascido em Castelo Branco sente-se realizado com a dedicação à actividade empresarial, mas confessa sentir falta da ligação ao desporto. O regresso é assim uma possibilidade e até já houve oportunidades para o fazer num passado recente. Mas para já depende da actividade profissional.
“Vivi sempre com essa mágoa, de me ter afastado muito cedo do desporto”, referiu.
Manuel Barata foi dirigente do Benfica e Castelo Branco e presidente da Junta de Freguesia de Castelo Branco no inicio da década de 1980.
O Troféu Prestígio foi o culminar de uma cerimónia que aconteceu na Herdade do Regato em Póvoa de Rio de Moinhos, onde estiveram presentes figuras do desporto de toda a região e não só. O momento foi ainda aproveitado para a entrega das taças das várias competições organizadas pela AFCB.
Para o presidente da associação, a gala é um estímulo “a uma cultura baseada no mérito”, culminando uma época que também foi de apostas para a própria entidade.
“É com uma ponta de orgulho que digo que fomos e vamos continuar a ser pioneiros em alguns campos”, referiu Carlos Almeida, que apontou como exemplo a associação da principal competição do futebol distrital a uma marca, criando assim a Liga Piornos.
Na próxima época avançam as cadernetas de cromos para todas as competições, como o Reconquista já tinha noticiado. O trabalho desenvolvido pela AFCB foi elogiado por Sérgio Luz, que representou a Federação Portuguesa de Futebol na gala.
Além do Troféu Prestígio foram distribuídos 11 prémios em várias categorias (ver lista de vencedores) com algumas a serem comuns ao futebol e ao futsal. Facto que mereceu o reparo de José Luís Mendes, vencedor do troféu de melhor treinador futsal sénior pela Associação Desportiva do Fundão, que sugeriu a distinção entre as duas modalidades na atribuição dos prémios.
Lista de vencedores:
ÁRBITRO: Gonçalo Carreira
TREINADOR DE FUTEBOL E FUTSAL DE FORMAÇÃO: Francisco Lopes/ Desportivo de Castelo Branco
TREINADOR FUTSAL SÉNIOR: José Luís Mendes/ Associação Desportiva do Fundão
ATLETA SÉNIOR FUTSAL: Flávio Fonseca (Cadete)/ Casa do Benfica de Penamacor
ATLETA SÉNIOR FUTSAL CAMPEONATOS NACIONAIS: Vinicius Machado/ Associação Desportiva Fundão
ATLETA FEMININO FUTSAL: Rute Duarte/ Associação Desportiva do Fundão
TREINADOR FUTEBOL SÉNIOR: Eduardo Húngaro/ Sertanense
ATLETA FORMAÇÃO FUTEBOL E FUTSAL: Daniel Sousa/ Retaxo
ATLETA SÉNIOR FUTEBOL CAMPEONATO DISTRITAL: Nuno Alves/ Proença-a-Nova
ATLETA SÉNIOR FUTEBOL CAMPEONATOS NACIONAIS: Edgar Sá/ Sporting Covilhã
DIRIGENTE: José Mendes/ Sporting Covilhã
TROFÉU PRESTÍGIO: Manuel Barata
Por:
José Furtado

Fonte: http://www.reconquista.pt/noticia.asp?idEdicao=185&id=14686&idSeccao=1909&Action=noticia

Os maneios: ervagens e gados

Em artigo anterior, afirmámos que, na segunda metade do século XVIII, o povo da Póvoa continuava a dispor de terrenos baldios onde apascentar os seus gados, apesar do crescente individualismo agrário.
A documentação que consultámos, autos de arrematações (1) e autos de vereações camarárias (2), permite-nos identificar, na Póvoa, as seguintes ervagens: Boqueirões, ervagem da Abelheira, Coutada, ervagem da Lameira do Salgueiro, Navedeguas (Nave de Éguas, actualmente chamada Navedegas), ervagem das Regateiras, ervagem do Tiracalça, ervagem do Vale do Coelheiro, ervagem do Vale da Vinha e ervagem das Várzeas, entre outras.
A arrematação das ervagens era uma importante fonte de receitas. Em Agosto de 1776, a Câmara arrematou um bocado da Coutada, o couto da Fonte Ferreira, para pagar as ordinárias, imposto que o concelho tinha de pagar anualmente. A pastagem foi vendida para o período de S. Miguel até 12 de Março do ano seguinte.
No ano de 1768, em Abril, foram vendidas as pastagens das ervagens da Abelheira, das Regateiras e das Várzeas. No ano seguinte, as da Abelheira, das Regateiras, do Vale do Coelheiro e do Vale da Vinha. Em 1770, sempre na Primavera, arremataram-se as da Lameira do Salgueiro, do Tiracalça e do Vale do Coelheiro.
As informações dos dois parágrafos anteriores permitem-nos tirar algumas conclusões, suportadas ainda pelo que sabemos ter sido prática habitual nas ervagens do vizinho concelho de S. Vicente da Beira, nomeadamente na ervagem das Chiolicas.
As ervagens eram semeadas de pão cada três anos, ficando no ano seguinte de restolho e no outro de relva. Tanto os proprietários como os camponeses sem terra, os seareiros, aproveitavam estas terras para produzir centeio. Estes só usufruíam da terra entre a alqueivação e a ceifa. Finda esta, a ervagem voltava à propriedade comum dos vizinhos.
Estes eram livres de apascentar ali os seus gados, mas em algumas, por certos períodos, esse direito era exclusivo de quem arrematasse as pastagens à Câmara. Por exemplo, a ervagens da Abelheira e das Regateiras foram arrematadas, em 1768 e 1769, o que significa que o ano de 1770 foi o da cultivação. Por outro lado, as pastagens das ervagens da Lameira do Salgueiro e do Tiracalça só foram vendidas em 1770, tendo sido alqueivadas num dos anos anteriores e no outro ficaram como pastagens livres para os gados do concelho. Há ainda ervagens que nunca parecem arrematadas, o que significa que eram usadas livremente.
Os criadores de gado que arrematavam as ervagens podiam ser da Póvoa ou de fora. A arrematação era feita na praça e ficava com a ervagem quem desse mais. Além dos criadores da Póvoa, compraram pastagens, nestes três anos referidos, João Duarte Ribeiro do Casal da Serra, mas com raízes em Tinalhas e no Freixial, Manuel Henrique Neto de Tinalhas e Manuel Simão Barrigudo de Alcains.
Por vezes, os criadores associavam-se para comprar e aproveitar a pastagem. Assim aconteceu, em 1769, com a viúva Maria de Sousa que, com mais companheiros, arrematou a ervagem do Vale da Vinha, por sessenta mil e oitocentos réis.
Anualmente, todos os criadores de gado declaravam à Câmara o número de ovelhas que possuíam e a quantidade de lã produzida. Eram os chamados manifestos dos gados, para o conhecimento do «…juízo dos lanifícios da superintendência da vila da Covilhã.»
Neste ano de 1776, havia 10 rebanhos de ovinos na Póvoa, sendo um de dois criadores. O maior rebanho era o de Domingos Martins Cabaços, com 240 animais, e havia dois apenas com 60 ovelhas. Existiam um total de 1.165 ovinos (590 de lã branca e 575 de lã preta), que produziram 59 arrobas de lã branca e 57,5 arrobas de lã preta. Quase toda esta lã era obrigatoriamente vendida à fábrica da Covilhã, ficando cada família apenas com uma quantidade mínima, mas suficiente, para confeccionar a roupa e os agasalhos domésticos.
(1) ADCB, Câmara Municipal da Póvoa de Rio de Moinhos, Vereações, livro 1775-1777, caixa 1.
(2) ADCB, Câmara Municipal da Póvoa de Rio de Moinhos, Arrematações, livro 1767-1772, caixa 2.
José Teodoro Prata

Fonte: http://www.reconquista.pt/noticia.asp?idEdicao=186&id=14897&idSeccao=1925&Action=noticia