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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Póvoa de Rio de Moinhos em livro

O livro foi apresentado na Póvoa.

"Póvoa de Rio de Moinhos - Ontem e Hoje, História e Memória" é o título do livro coordenado por Benedicta Duque de Vieira, e que envolveu um conjunto significativo de autores, os quais contribuíram com artigos. Com edição da RVJ - Editores, esta obra é um excelente documento sobre a história daquele território, que chegou a ser concelho e que está a assinalar os 622 anos do seu foral.
O livro, editado com o apoio da Câmara de Castelo Branco que se associou a um projeto iniciado em 2006, inclui artigos também publicados no Semanário Reconquista. "Este é um excelente trabalho que fica para o futuro da nossa terra", disse na apresentação da obra a presidente da Freguesia, Lucinda Martins, a qual destacou o trabalho de "Benedicta Duque Vieira, coordenadora do projeto e de José Leitão que tanto empenho demonstrou, assim como de Cristina Mota Saraiva que foi o elo de ligação entre a Junta de Freguesia e o Jornal Reconquista e que desde a primeira hora se disponibilizou a ajudar".
Com mais de 500 páginas, o livro reúne textos e imagens, aos quais se juntam anexos bastante interessantes. "Neste livro estão milhares de horas de trabalho feito por especialistas, ou por pessoas que se tornaram especialistas", disse Benedicta Duque de Vieira, destacando o empenho de Vitor Carvalho.
A apresentação do livro decorreu no passado domingo, no auditório da Casa da Cultura da Póvoa de Rio de Moinhos, o qual esteve repleto. Benedicta Duque de Vieira anunciou que brevemente será feita uma nova apresentação da obra, mas agora em Castelo Branco. A terminar, a coordenadora do projeto, lembrou o facto da Pávoa ter sido concelho. "No fundo concelho uma vez, na alma nunca deixámos de o ser".
O evento coincidiu com a terceira edição da Feira Medieval de Castelo Branco. Um facto destacado pelo vice-presidente da Câmara, Arnaldo Brás. Sobre esta obra, o autarca referiu ser "um trabalho extraordinário, que valeu a pena. A Póvoa de Rio de Moinhos e Cafede é hoje uma freguesia exemplar. Temos belíssimas freguesias porque também temos belíssimas pessoas".
Arnaldo Brás sublinhou também o facto da apresentação ter decorrido na Casa da Cultura, num imóvel recuperado pela autarquia, lembrando que "a Câmara de Castelo Branco tem uma situação financeira estável e por isso não regateia esforços em desenvolver o concelho, o que acontece também na área cultural, tendo financiado dezenas de livros".
 
 

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Maria Duque Vieira

Retirado do Blog Casa Comum das Tertúlias:


Benedicta Maria Duque Vieira
Nasceu em Póvoa de Rio de Moinhos (Castelo Branco), em 1943.

Licenciada em História pela Faculdade de Letras de Lisboa, em 1968. Cursos de Ciências Pedagógicas e de Conservador de Museus.

Estágio Pedagógico e Exame de Estado, 1972-1973.

Professora efectiva do Ensino Secundário.

Docente do ISCTE, 1973-1978.

Docente da Faculdade de Letras de Lisboa, 1974-1982.

Membro do Conselho Nacional de Educação, 1993-1998.

Coordenadora de História do Gabinete de Avaliação Educacional.

Coordenadora geral da colecção editada pelo CEHCP.

Publicações:
O Conde de Penha Garcia e a sua vida pública, Castelo Branco, Estudos de Castelo Branco, 1972.
«A vida política e as instituições nos princípios do século XX», in Catálogo da Exposição Lisboa nos princípios do século. Aspectos da sua vida e fisionomia, Lisboa, Biblioteca Nacional, 1977.
A Revolução de Setembro e a Discussão Constitucional de 1837, Lisboa, Ed. Salamandra, 1987.
Introdução à Social Democracia, Lisboa, EPSD, 1987.

«Os Arquivos Públicos de Castelo Branco – um caso único?», in Arquivos e Historiografia, Lisboa, INCM, 1988.

«Correntes políticas na Constituinte de 1837» in: Do Antigo Regime ao Liberalismo, 1750-1850, Lisboa, Vega, 1989.

O Problema Político Português no Tempo das Primeiras Cortes Liberais, Lisboa, João Sá da Costa, 1992.

A Justiça Civil na Transição para o Estado Liberal, Lisboa, João Sá da Costa, 1993.

«Presença Regional no Parlamento Nacional – as representações da Beira Baixa entre 1820 e 1910», in Primeiras Jornadas de História Regional do Distrito de Castelo Branco, Castelo Branco, 1994.

História 10 – 11 – 12, Lisboa, Ed. O Livro, 1994-1997.

«Um Artista na Era das Revoluções», in: Sequeira, um português na mudança dos tempos, 1768-1837, Lisboa, Ministério da Cultura, 1997.

«Tolerância religiosa e educação – Portugal anos 90», Ler História, 33, «Exclusão e Intolerância», 1997.

«Memórias de um jornalista ribatejano – João Félix Rodrigues, in: Actas do Colóquio: Alexandre Herculano – Liberalismo e Romantismo, Santarém, 1999.

«A Sociedade: configuração e estrutura» in: Oliveira Marques, A.H. (coord.); Portugal e a Instauração do Liberalismo. Ed. Presença, 2001, pp. 161-194.

Grupos Sociais e Estratificação Social em Portugal no século XIX (org.), Lisboa, CEHCP, 2004
A Formação da Sociedade Liberal, Lisboa, CEHCP, 2005

Projectos de investigação: «Sociedade e política na Beira Baixa durante o Liberalismo»
Principais áreas de interesse: História social e política
Cargo Actual: Professora de História do Ensino Secundário
É a actual Presidente da Sociedade de Amigos do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior.

Fonte:http://casacomumdastertulias.blogspot.com/2006/11/contributos-para-salvaguarda-da-memria.html