segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Portagens: Preço por quilómetro pode chegar aos 9 cêntimos



O Governo confirma a isenção de 10 viagens mensais para residentes e empresas locais. Arquivo Reconquista
O decreto-lei que determina a cobrança de portagens na Auto-Estrada da Beira Interior foi publicado esta segunda-feira, dia 28, em Diário da República.
Segundo o documento "as taxas máximas de portagem a praticar têm com base a tarifa de referência para a classe 1 (...) e que é de € 0,06671, não incluindo IVA".
Se for aplicada a taxa de 23 por cento o valor por quilómetro pode chegar aos 9 cêntimos.
A definição dos montantes continua dependente de uma portaria do Governo "sob proposta da EP S.A. (Estradas de Portugal) e mediante parecer do Instituto das Infra-Estruturas Rodoviárias I.P.".
O decreto-lei diz ainda que a EP deve comunicar os preços às concessionárias "com uma antecedência mínima de 15 dias relativamente à data de entrada em vigor das mesmas".
Ficam ainda confirmadas as isenções para residentes ou empresas nas primeiras 10 viagens mensais e um desconto de 15 por cento nas seguintes.
As isenções são aplicadas aos moradores de todos os concelhos que fiquem a menos de 20 quilómetros dos lanços ou sublanços das auto-estradas.
A publicação do decreto-lei em Diário da República é o passo seguinte à promulgação do diploma pelo Presidente da República, o que aconteceu a 16 de Novembro.

Mais informação na próxima edição do Reconquista.
Autor: José Furtado
Fonte:  http://www.reconquista.pt/pagina/edicao/178/23/noticia/18970

Que um coxo...: Apanha-se mais depressa um ‘Presidente’


Hesitei sobre se as " inverdades " documentadas pelas fotos, deveriam ou até, mereciam ter resposta, mas para esclarecimento definitivo de quem nos lê, reafirmo o que o senhor António Rosário Duarte, nascido na Póvoa do Rio de Moinhos e proprietário da moradia me disse, e no local pudemos confirmar.
1-Que as árvores da junta, levantaram o pavimento do quintal, e que não conseguindo abrir o portão, impede o acesso à garagem.
2- Que no outro passeio, sob o efeito das raízes doutras árvores, o muro está aberto ameaçando ruína e que, a grade metálica deste muro, está a desligar-se do pilar que a suporta.
3-Que em rua adjacente, a um morador nascido em Alcains, a junta, não importa qual, até podia ter sido a minha há 32 anos, cortou ou permitiu que cortassem duas árvores apenas por questões aparentemente estéticas.
Os troncos serrados estão lá e mais esta foto documenta.
A discriminação negativa está provada, por muito que custe.
4-Que a junta, cortou ou obrigou a decotar a figueira propriedade do Senhor António Rosário Duarte, que tinha ramos para a via pública, em local em que o passeio de fregueses é interrompido, num canto, numa esconsa rua.
5-Que sendo a junta tão lesta a decotar a figueira do senhor António Rosário Duarte, não utiliza há anos o mesmo critério e corta ou autoriza a decotar, as árvores da junta que invadem o quintal do senhor António Rosário Duarte.
Poderia continuar a perorar sobre o tema, mas, o que importa a partir daqui, é que a junta resolva a questão, e sem custos para o proprietário, tenha a honradez de repor a situação.

Alcains: Quem é amigo, quem é?

Imagine o leitor que tem uma casa em Alcains, na rua Dr. Francisco Alves Pereira Mateus e que há três anos não consegue ter acesso à sua garagem?
Continue a imaginar que, todo o seu quintal, está invadido pelas árvores da via pública e que os autarcas da sua Junta da Freguesia, presidente, secretário e tesoureiro, não permitem sequer que se toque, num ramo do que é deles, público.
Esta proibição foi e é acompanhada de ameaças...se te metes com a junta, levas.
Pedindo ainda mais um esforço, que faria se visse o seu muro do jardim desconjuntado, aberto portanto, porque as árvores dos ditos autarcas sob o efeito das suas raízes, levantaram o muro que ameaça ruína?
E se em rua transversal à rua supra mencionada, observasse que igual munícipe arrancou ou os autarcas permitiram que se arrancassem duas árvores, apenas por questões estéticas, para não tirar a vista à casa?
Será que a razão residirá no facto de que um dos munícipes nasceu na Póvoa do Rio de Moínhos e o outro nasceu em Alcains?

domingo, 18 de setembro de 2011

Manuel Luis (ceguinho)

A cantar desde 1960, Manuel Luís, completa, em 2010, 50 anos de carreira musical. Durante estes anos percorreu Portugal de Norte a Sul tendo também actuado em França para a comunidade Portuguesa radicada em Bourges. Os anos 60 e 70 foram os anos da feiras, festas e romarias onde se vendiam os folhetos com casos da vida real, casos esses que Manuel Luís canta nas suas cantigas. Factos reais que retratam o infortúnio de algumas personalidades locais e que cantados em verso por Manuel Luís têm outro valor. Nestes versos sobressai também sempre uma moral inerente à sabedoria e justiça popular e divina. O tempo das inpecções, a ida às sortes, com dizia o povo, marcou também a vida deste acordeonista que fazia a marcha da malta de cada ano para todos cantarem .
O floclore marcou fortemente todas as influências de Manuel Luís, assim como os poetas populares locais. Amante da música tradicional reflecte, nas suas composições, as marcas do floclore das Beiras. É autor e compositor de grande partes dos seus temas além de ser um exímio tocador de acordeon Manuel Luís é hoje considerdado um dos grandes acordeonistas da Beira Baixa, e com os seus 66 anos de idade, continua a animar festas e romarias e ainda é tocador no Rancho Folclórico de S. Vicente da Beira.
Neste trabalho surgem também dois temas dedicados à sua terra natal, Sobral do Campo, concelho de Castelo Branco, que muito adora. No ano 2000 a Junta de
Freguesia desta localidade proporcionou-lhe uma festa comemorando os 40 anos de carreira onde estiveram presentes dezenas de acordeonistas incluindo o
seu filho, famoso acordeonista também, Rui Alves, que muito orgulhosamente seguiu a mesma profissão do pai.

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=xXyewfTNzNs
          http://valdeveiro.blogs.sapo.pt/57633.html