segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Salão Gisela Cabeleireiros assinala 13 anos em festa

09/11/2011, 18:09
O salão Gisela Cabeleireiros está a assinalar 13 anos de existência. Uma grande festa na discoteca Repvblica reuniu clientes e amigos que assistiram ao apagar das velas deste espaço que começou na Quinta dr. Beirão.
Gisela Formigo conta ao Reconquista que ao fim de três anos o espaço aberto já era pequeno para toda a actividade desenvolvida. "As clientes foram aparecendo, tive necessidade de ter funcionárias e tive mesmo que mudar de local", refere.
Foi quando se mudou para a Avenida Nuno Álvares, onde se encontra hoje, embora tivesse mantido o outro salão aberto por mais um ano. "Eu era muito jovem e não tive capacidade para lidar com os dois salões", continua.
Mais recentemente, há quatro anos, surgiu-lhe a hipótese de abrir um espaço no Fórum de Castelo Branco e não enjeitou essa possibilidade.

Portagens: Preço por quilómetro pode chegar aos 9 cêntimos



O Governo confirma a isenção de 10 viagens mensais para residentes e empresas locais. Arquivo Reconquista
O decreto-lei que determina a cobrança de portagens na Auto-Estrada da Beira Interior foi publicado esta segunda-feira, dia 28, em Diário da República.
Segundo o documento "as taxas máximas de portagem a praticar têm com base a tarifa de referência para a classe 1 (...) e que é de € 0,06671, não incluindo IVA".
Se for aplicada a taxa de 23 por cento o valor por quilómetro pode chegar aos 9 cêntimos.
A definição dos montantes continua dependente de uma portaria do Governo "sob proposta da EP S.A. (Estradas de Portugal) e mediante parecer do Instituto das Infra-Estruturas Rodoviárias I.P.".
O decreto-lei diz ainda que a EP deve comunicar os preços às concessionárias "com uma antecedência mínima de 15 dias relativamente à data de entrada em vigor das mesmas".
Ficam ainda confirmadas as isenções para residentes ou empresas nas primeiras 10 viagens mensais e um desconto de 15 por cento nas seguintes.
As isenções são aplicadas aos moradores de todos os concelhos que fiquem a menos de 20 quilómetros dos lanços ou sublanços das auto-estradas.
A publicação do decreto-lei em Diário da República é o passo seguinte à promulgação do diploma pelo Presidente da República, o que aconteceu a 16 de Novembro.

Mais informação na próxima edição do Reconquista.
Autor: José Furtado
Fonte:  http://www.reconquista.pt/pagina/edicao/178/23/noticia/18970

Que um coxo...: Apanha-se mais depressa um ‘Presidente’


Hesitei sobre se as " inverdades " documentadas pelas fotos, deveriam ou até, mereciam ter resposta, mas para esclarecimento definitivo de quem nos lê, reafirmo o que o senhor António Rosário Duarte, nascido na Póvoa do Rio de Moinhos e proprietário da moradia me disse, e no local pudemos confirmar.
1-Que as árvores da junta, levantaram o pavimento do quintal, e que não conseguindo abrir o portão, impede o acesso à garagem.
2- Que no outro passeio, sob o efeito das raízes doutras árvores, o muro está aberto ameaçando ruína e que, a grade metálica deste muro, está a desligar-se do pilar que a suporta.
3-Que em rua adjacente, a um morador nascido em Alcains, a junta, não importa qual, até podia ter sido a minha há 32 anos, cortou ou permitiu que cortassem duas árvores apenas por questões aparentemente estéticas.
Os troncos serrados estão lá e mais esta foto documenta.
A discriminação negativa está provada, por muito que custe.
4-Que a junta, cortou ou obrigou a decotar a figueira propriedade do Senhor António Rosário Duarte, que tinha ramos para a via pública, em local em que o passeio de fregueses é interrompido, num canto, numa esconsa rua.
5-Que sendo a junta tão lesta a decotar a figueira do senhor António Rosário Duarte, não utiliza há anos o mesmo critério e corta ou autoriza a decotar, as árvores da junta que invadem o quintal do senhor António Rosário Duarte.
Poderia continuar a perorar sobre o tema, mas, o que importa a partir daqui, é que a junta resolva a questão, e sem custos para o proprietário, tenha a honradez de repor a situação.

Alcains: Quem é amigo, quem é?

Imagine o leitor que tem uma casa em Alcains, na rua Dr. Francisco Alves Pereira Mateus e que há três anos não consegue ter acesso à sua garagem?
Continue a imaginar que, todo o seu quintal, está invadido pelas árvores da via pública e que os autarcas da sua Junta da Freguesia, presidente, secretário e tesoureiro, não permitem sequer que se toque, num ramo do que é deles, público.
Esta proibição foi e é acompanhada de ameaças...se te metes com a junta, levas.
Pedindo ainda mais um esforço, que faria se visse o seu muro do jardim desconjuntado, aberto portanto, porque as árvores dos ditos autarcas sob o efeito das suas raízes, levantaram o muro que ameaça ruína?
E se em rua transversal à rua supra mencionada, observasse que igual munícipe arrancou ou os autarcas permitiram que se arrancassem duas árvores, apenas por questões estéticas, para não tirar a vista à casa?
Será que a razão residirá no facto de que um dos munícipes nasceu na Póvoa do Rio de Moínhos e o outro nasceu em Alcains?

domingo, 18 de setembro de 2011

Manuel Luis (ceguinho)

A cantar desde 1960, Manuel Luís, completa, em 2010, 50 anos de carreira musical. Durante estes anos percorreu Portugal de Norte a Sul tendo também actuado em França para a comunidade Portuguesa radicada em Bourges. Os anos 60 e 70 foram os anos da feiras, festas e romarias onde se vendiam os folhetos com casos da vida real, casos esses que Manuel Luís canta nas suas cantigas. Factos reais que retratam o infortúnio de algumas personalidades locais e que cantados em verso por Manuel Luís têm outro valor. Nestes versos sobressai também sempre uma moral inerente à sabedoria e justiça popular e divina. O tempo das inpecções, a ida às sortes, com dizia o povo, marcou também a vida deste acordeonista que fazia a marcha da malta de cada ano para todos cantarem .
O floclore marcou fortemente todas as influências de Manuel Luís, assim como os poetas populares locais. Amante da música tradicional reflecte, nas suas composições, as marcas do floclore das Beiras. É autor e compositor de grande partes dos seus temas além de ser um exímio tocador de acordeon Manuel Luís é hoje considerdado um dos grandes acordeonistas da Beira Baixa, e com os seus 66 anos de idade, continua a animar festas e romarias e ainda é tocador no Rancho Folclórico de S. Vicente da Beira.
Neste trabalho surgem também dois temas dedicados à sua terra natal, Sobral do Campo, concelho de Castelo Branco, que muito adora. No ano 2000 a Junta de
Freguesia desta localidade proporcionou-lhe uma festa comemorando os 40 anos de carreira onde estiveram presentes dezenas de acordeonistas incluindo o
seu filho, famoso acordeonista também, Rui Alves, que muito orgulhosamente seguiu a mesma profissão do pai.

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=xXyewfTNzNs
          http://valdeveiro.blogs.sapo.pt/57633.html

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Dê-se a conhecer o património religioso da região

Sempre que faço férias, designadamente no estrangeiro, ou mesmo em Portugal, não posso deixar de reflectir sob a forma como o património existente no concelho de Castelo Branco não é dado a conhecer a todos os visitantes (e são cada vez mais) que passam por esta região, em comparação com o que vejo em outros países, em outras cidades, em outros locais, por vezes com bem menos motivos e razões para assinalar.
De facto, chega a ser constrangedor saber que há na região, e particularmente no concelho de Castelo Branco, vasto e valoroso património histórico, artístico, arquitectónico e paisagístico, mas que apenas consegue ser "descoberto" se o conhecimento prévio e a persistência dos visitantes assim o permitirem.
Refira-se que sou um apreciador do trabalho realizado pela actual gestão camarária nos últimos anos. Falta porém, ao que julgo, dar o salto para fora do enquadramento que baliza a sua actuação. Falta divulgar, para o EXTERIOR, as potencialidades deste concelho, a todos os níveis, e ancorá-lo a um nível mais alto no que concerne às diversas vertentes de turismo, seja a dos simples viajantes, de passagem, seja a dos turistas que querem conhecer e permanecer na região por uns dias.
Como muitos outros portugueses e estrangeiros, gosto de ver e (se possível) visitar os museus, os solares, os castelos, as igrejas, os conventos, as pontes, os fontanários, os legados pré-históricos e todo o património que, ao longo dos tempos, foi sendo edificado nas terras que visito. E por isso, frequentemente, entro em igrejas, pagando para entrar em algumas (em regra, valores simbólicos), ou deixando contribuições voluntárias em outras, quando não é cobrada directamente a entrada e está disponível esta forma de "pagamento".
Por este motivo, dei comigo a reflectir sobre as igrejas que conheço, ou que sei da sua existência, na área abrangida pelo concelho de Castelo Branco, e, para surpresa minha, cheguei perto da centena, mais precisamente 97! E acredito que, provavelmente, terei omitido ainda algumas que o meu desconhecimento não me permitiu referenciar.
Para melhor ilustrar o que digo, eis a lista de igrejas, capelas, ermidas e conventos existentes no concelho de Castelo Branco, e que consegui inventariar:
Castelo Branco: Sé de Castelo Branco / Igreja de São Miguel; Igreja de Nossa Senhora de Fátima (Missionários Redentoristas); Igreja do Valongo; Igreja do Cansado; Igreja de São Tiago; Capela de Nossa Senhora da Piedade; Convento de Santo António; e Ermida de Nossa Senhora de Mércoles. Alcains: Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição; Capela do Espírito Santo; Capela da Senhora da Piedade; Capela de Santa Bárbara; Capela do Senhor Jesus do Lírio; Capela do Seminário de São José; Ermida de Santa Apolónia; Ermida de São Pedro; e Ermida de São Domingos. Almaceda: Igreja Matriz; Capela do Espírito Santo; e Capela da Sra. da Graça. Benquerenças: Igreja Matriz. Caféde: Igreja Matriz; Capela de São Tiago; e Capela da Senhora do Valverde. Cebolais de Cima: Igreja Matriz; Escalos de Baixo: Igreja Matriz; Capela de Nossa Senhora das Neves; Capela de Santo António; Capela de São Sebastião; Capela do Monte de São Luís; e Capela de Nossa Senhora dos Aflitos. Escalos de Cima: Igreja Matriz de São Pedro; Capela de Santo Amaro; e Capela Nossa Senhora da Ajuda. Freixial do Campo: Igreja Matriz; Capela de São Sebastião; Capela de Santa Catarina; Capela de Nossa Senhora de Lurdes. Juncal do Campo: Ermida de São Simão. Lardosa: Igreja Matriz; Capela de São Sebastião; Capela de Santo António; e Capela de Nossa Senhora de Fátima.Louriçal do Campo: Igreja Matriz de São Bento; Igreja de São Fiel; Capela Nossa Senhora da Conceição; Capela de São Sebastião; e Capela do Espírito Santo - Lugar da Torre. Lousa: Igreja Matriz; Capela de Santo António; e Capela de Santa Bárbara. Malpica do Tejo: Igreja de São Domingos; Capela de São Bento; e Ermida de Nossa Senhora das Neves. Mata: Igreja Matriz; e Capela de São Pedro. Monforte da Beira: Igreja Nossa Senhora da Ajuda. Ninho do Açor: Igreja Matriz de São Miguel; e Capela de Santo António. 
Póvoa de Rio de Moinhos: 
Igreja Matriz; Ermida Nossa Senhora da Encarnação; Capela de São Sebastião; Capela da Senhora das Almas; e Capela de Santa Águeda.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Centro Social dos Beneméritos de Póvoa de Rio de Moinhos - Modelo de Anúncio do Concurso Público


2 - OBJECTO DO CONTRATO
Designação do contrato: Lar de Idosos - Póvoa de Rio de Moinhos - Electricidade e Climatização
Tipo de Contrato: Empreitada de Obras Públicas
Valor do preço base do procedimento 430157.42 EUR
Classificação CPV (Vocabulário Comum para os Contratos Públicos)
Objecto principal
Vocabulário principal: 45331000
Valor: 253847.84 EUR
Objectos complementares
Vocabulário principal: 45317000
Valor: 176309.58 EUR


12 - CRITÉRIO DE ADJUDICAÇÃO
Mais baixo preço


15 - DATA DE ENVIO DO ANÚNCIO PARA PUBLICAÇÃO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA
2010/11/16

17 - OUTRAS INFORMAÇÕES

O Preço base do procedimento é de € 430.157,42 (Quatrocentos e trinta mil, cento e cinquenta e sete euros e quarenta e dois cêntimos)
não incluindo o Imposto Sobre o Valor Acrescentado, sendo o preço base o preço máximo que a entidade adjudicante se dispõe a pagar
pela execução de todas as prestações que constituem o seu objecto conforme disposto no n.º 1 do artigo 47.º do CCP.
Regime de contratação: DL nº 18/2008, de 29.01

Fonte: http://dre.pt/pdfgratiscp/2010/11/222/403947069.pdf

SIC ao vivo em Castelo Branco - Ventos da Líria

Miss Castelo Branco é Miss Republica Portuguesa 2011


Barbara Franco, a Miss Castelo Branco foi a vencedora do concurso Miss Republica Portuguesa 2011.
Recorde-se que a jovem de 19 anos é natural da Ribeira Brava, na Madeira, foi escolhida pela organização para representar o distrito de Castelo Branco.
Durante o estágio que se realizou na nossa cidade, Barbara confessou ao Povo da Beira a vontade de regressar a esta cidade, que não conhecia, como estudante de enfermagem veterinária.
Bárbara Franco, a nova Miss República Portuguesa, é a responsável pela representação do nosso país no concurso Miss Mundo em Londres.
Além do titulo mais cobiçado Barbara conseguiu também ser eleita Miss Top Model.

Todos os títulos

Miss Republica Portuguesa 2011 – Barbara Franco (Miss Castelo Branco)
Miss Internacional 2011 - Patrícia da Silva (Miss Suiça)
Miss Turismo Queen Internacional Portugal 2011 - Bety Rodrigues (Miss Beja)
Miss Supranacional Portugal 2011 - Raquel Martins (Miss Santarém)
1ª Dama de Honor - Morgana Nogueira (Miss Porto)
2ª Dama de Honor - Joana Moreira (Miss Guarda)

Miss Desporto - Miss Santarém
Miss Talento - Miss Viana do Castelo
Miss TopModel - Miss Castelo Branco
Miss Fotogenia - Miss Vila Real
Miss Publico - Miss Bragança
Fonte: 

Miss Republica Portuguesa 2011 na Herdade do Regato


Fonte : http://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150240148516116.322911.340111356115&type=1

Final Nacional Zona Centro Miss Mundo


Video - Eleição Miss Top Model 2011



Fonte : http://videos.sapo.pt/eK7Clmk3y5w7DLToonwR

Miss Republica Portuguesa 2011 na Herdade do Regato

Fonte :  http://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150240148516116.322911.340111356115&type=1

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Alcains: Uma horta que deu um "senhor" tomate



Lá para os lados da Escola Secundária de Alcains, mais precisamente na Quinta das Sesmarias, a mão do homem em harmonia com a natureza deu à luz mais uma pequena raridade. Um tomate com perto de um quilo.
Fonte:http://www.reconquista.pt/pagina/edicao/164/9

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Póvoa de Rio de Moinhos recupera moinho da Ribeirinha

O moinho funciona com a força da água e a tracção animal
O Moinho da Ribeirinha, em Póvoa de Rio de Moinhos, voltou a abrir portas depois de uma recuperação que devolveu à freguesia do concelho de Castelo Branco um dos moinhos mais singulares da região.
A estrutura que fica a poucos metros do centro da freguesia tem três moinhos de água e uma atafona, um moinho a tracção animal.
O moinho estava ao abandono e foi adquirido em 2006 com a ajuda da Câmara Municipal de Castelo Branco, que investiu 70 mil euros na compra e recuperação.
"Não foi fácil porque na região já não há um moinho com estas condições e estas características", diz a presidente da Junta de Freguesia de Póvoa de Rio de Moinhos, Lucinda Martins.
A autarca calcula que na freguesia existam mais de 30 moinhos, mas o da Ribeirinha é o único que não está em ruínas.
O presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco garantiu que a autarquia tem prevista a recuperação de mais moinhos espalhados pelo concelho.
Joaquim Morão afirmou na inauguração da recuperação que os moinhos "são muito importantes para o futuro", reapresentando a salvaguarda da memória local.


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Póvoa lançou primeira pedra do Lar de Idosos

NA PRESENÇA DO BISPO DA DIOCESE DE PORTALEGRE E CASTELO BRANCO
O Lar vai ter capacidade para albergar 21 idosos, numa área de 1.300 metros quadrados

A Freguesia da Póvoa de Rio de Moinhos deu, no domingo passado, o pontapé de saída para a concretização da obra que tanto esta população anseava: o Lar de Terceira Idade. Esta é uma estrutura que terá capacidade para albergar 21 idosos, divididos por sete quartos duplos e outros sete individuais. Dentro de 15 meses é quando se espera que a obra esteja concluída, segundo afirmou o presidente da Câmara de Castelo Branco, Joaquim Morão.
Numa área de 1.300 metros quadrados será colocada de pé esta infraestrutura que permitirá "dar resposta às necessidades da população", uma vez que "a procura é de tal forma grande, por um serviço destes, que muitos idosos tiveram que sair da sua Freguesia para serem internados em lares fora do Concelho de Castelo Branco", salientou Lucinda Martins, presidente da Junta de Freguesia de Póvoa de Rio de Moinhos.

Fonte: http://www.gazetadointerior.pt/seccoes/index.asp?idn=9766

Inauguração do Moinho e lançamento do livro "Póvoa de Rio de Moinhos"

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011