
Hesitei sobre se as "
inverdades " documentadas pelas fotos, deveriam ou até, mereciam ter
resposta, mas para esclarecimento definitivo de quem nos lê, reafirmo o
que o senhor António Rosário Duarte, nascido na Póvoa do Rio de Moinhos e
proprietário da moradia me disse, e no local pudemos confirmar.
1-Que as árvores da junta, levantaram o pavimento do quintal, e que não conseguindo abrir o portão, impede o acesso à garagem.
2-
Que no outro passeio, sob o efeito das raízes doutras árvores, o muro
está aberto ameaçando ruína e que, a grade metálica deste muro, está a
desligar-se do pilar que a suporta.
3-Que em rua adjacente, a um
morador nascido em Alcains, a junta, não importa qual, até podia ter
sido a minha há 32 anos, cortou ou permitiu que cortassem duas árvores
apenas por questões aparentemente estéticas.
Os troncos serrados estão lá e mais esta foto documenta.
A discriminação negativa está provada, por muito que custe.
4-Que
a junta, cortou ou obrigou a decotar a figueira propriedade do Senhor
António Rosário Duarte, que tinha ramos para a via pública, em local em
que o passeio de fregueses é interrompido, num canto, numa esconsa rua.
5-Que
sendo a junta tão lesta a decotar a figueira do senhor António Rosário
Duarte, não utiliza há anos o mesmo critério e corta ou autoriza a
decotar, as árvores da junta que invadem o quintal do senhor António
Rosário Duarte.
Poderia continuar a perorar sobre o tema, mas, o que
importa a partir daqui, é que a junta resolva a questão, e sem custos
para o proprietário, tenha a honradez de repor a situação.